iPhone/iTunes no Ubuntu com VirtualBox

Update: Nas versões mais novas do VirtualBox não deve ser necessário realizar o procedimento de recompilar o módulo do kernel. No entanto, você ainda precisará utilizar a versão closed source.

Depois da empolgação inicial com o iPhone, veio a realidade: qualquer sincronização de dados entre o PC e o iPhone só pode ser feita pelo iTunes, incluindo aí minhas músicas. Isso não chega a ser um problema para usuários de Mac e Windows. Mas para quem (só) utiliza o Linux, isso se torna uma dor de cabeça.

Existem algumas alternativas a esse problema. A que eu escolhi foi utilizar uma imagem de Windows XP rodando no VirtualBox com o iTunes instalado. Simples e eficiente, desde que você faça alguns ajustes.

O motivo de utilizar o iTunes rodando no VirtualBox e não no Wine foi para garantir o mínimo de problemas durante o uso. Como tanto o iPhone quanto o iTunes são “caixas-pretas”, melhor não arriscar – ainda mais quando se trata de um dispositivo de R$ 1.600,00.

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Sansa c250 no Ubuntu

Resolvi criar coragem e substituir o firmware original do meu Sandisk Sansa c250 pelo do projeto Rockbox. Para quem não conhece, o Rockbox é um firmware open source para diversos MP3 players (existe uma versão até para alguns modelos de iPod).

Antes de continuar lendo, lembre-se de que você está por sua própria conta e risco. Não me responsabilizo por danos presentes nem futuros ocasionados direta ou indiretamente pelos procedimentos aqui descritos. Lembre-se que o Rockbox (e outros projetos semelhantes) raramente contam com ajuda do fabricante do dispositivo e precisam implementar a maioria das funções utilizando uma documentação praticamente inexistente e muita engenharia reversa. Dito isso, podemos prosseguir.

A primeira coisa a fazer é se preparar psicologicamente: o upgrade de firmware (de qualquer dispositivo) é sempre uma operação delicada e interrompê-la pode significar perda total do dispositivo. Se possível, utilize um no-break – e teste-o para verificar se a bateria está OK.

Realizei o procedimento no linux, mas será basicamente o mesmo no Windows (atenção apenas na instalação do booloader).
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Por que utilizar Smarty?

A grande dúvida é: eu preciso de uma engine de templates? Sim, você precisa. Por quê? Isso é o que vou explicar nos próximos parágrafos.

Uma engine de templates permite uma maior facilidade para a construção de páginas web, pois separa o conteúdo da lógica de negócio. Em outras palavras: se você precisar corrigir uma palavra incorreta, por exemplo, não precisará procurar essa palavra em um código PHP abarrotado de funções e objetos, mas apenas em um arquivo HTML simples, com algumas poucas estruturas de programação. É desnecessário dizer que o tempo gasto na correção é infinitamente menor no último caso.

No entanto é importante ressaltar que cada situação deve ser analisada individualmente. Devem ser verificados todos os aspectos da implantação da engine, incluindo o “treinamento” da equipe e adaptação de código existente, se for o caso.

Quando se fala em engine de templates para PHP a resposta quase unânime é Smarty (alguém conhece alguma outra?). Mas porque essa engine em particular é tão famosa? A seguir algumas pistas…
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phpNow, Petrópolis, Rio de Janeiro

Depois de um longo tempo afastado do blog (por falta de tempo mesmo), espero escrever com mais frequência. Dito isso, vamos ao que interessa.

No próximo sábado, dia 24 de novembro, acontecerá em Petrópolis, região serrana do estado do Rio, o evento phpNow!. É a primeira vez que Petrópolis terá um dia inteiro dedicado ao PHP. O evento acontecerá nas dependências do LNCC, no bairro do Quitandinha.

Entre os palestrantes convidados estão Manuel Lemos, editor do site PHPClasses.org e Pablo Dall’Oglio, criador da comunidade brasileira de PHP-GTK.

Caso tenha dúvidas de como chegar, veja o mapa do local no Google Maps ou visite o site oficial do evento.

A velha briga Windows x Linux

Hoje vi um artigo na Webinsider falando sobre a experiência do autor ao tentar migrar definitivamente para o Linux. Particularmente, não gostei da matéria. Não porque ele prefere o Windows, mas por causa dos argumentos utilizados. Uma coisa é você não gostar de alguma coisa e apresentar argumentos contra aquilo; outra bem diferente é dizer que você não gosta porque já está acostumado com a outra. Isso pra mim não é argumento, é desculpa.

Bom, vou tentar explicar porque achei os argumentos utilizados pelo autor nesse artigo meio “furados”, sem “puxar a sardinha” para o meu lado.

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HD-DVD code

HD-DVD code: 09-f9-11-02-9d-74-e3-5b-d8-41-56-c5-63-56-88-c0

Só para o caso de não se perder ;)

Esse é o código (em hexadecimal, como deu para perceber) que desbloqueia qualquer disco HD-DVD (uma chave-mestra, por assim dizer).

Mais informações em http://info.abril.com.br/aberto/infonews/052007/02052007-22.shl.

Ah, alguns links interessantes:

1. Uma foto no Flickr
http://www.flickr.com/photos/8099064@N04/482113784/

2. Um esquema de cores muito legal
http://www.g33kz.co.uk/

3. Que tal uma camiseta?
http://dirtymicrobe.com/products/sharing-is-caring?a=1356

Falando (escrevendo) sério, eu quero que a MPAA vá fazer exatamente aquilo que você (ou seria “nós”?) pensou…

Mostre quem é você

Que tal contar quantos usuários existem na Internet e, de quebra, indicar onde cada um deles está? Pouco provável? E se isso for feito em apenas 1 (um) mês?

É o que propõe o Map My Name, criado por dois estudantes portugueses da Universidade de Aveiro, em Portugal.

Eu já fiz a inscrição, e você?

Atualizado em 17 de novembro de 2007:

Parece que o projeto fracassou. Pelo menos o site está fora.

Acessibilidade: E se você for diferente?

Pelo feed do Rec6 cheguei ao post “Acessibilidade: E se você for diferente?”, que mostra, por um outro ponto de vista, a importancia da acessibilidade.

Reconfigurando o WorkspaceSwitcher do Gnome

Essa é para aqueles que têm ou tiveram problemas com o applet WorkspaceSwitcher do Gnome.

O applet WorkspaceSwitcher permite que você alterne entre as áreas de trabalho (ou workspaces) do Gnome. No Ubuntu, por padrão, o applet fica no canto inferior direito da tela (com quatro áreas de trabalho disponíveis). Você também pode utilizar a combinação de teclas Ctrl+Alt+(seta) para acessar os workspaces.

Após “brincar” com as configurações do WorkspaceSwitcher (ativando somente uma área de trabalho, removendo-o e em seguida adicionando-o novamente) perdi a possibilidade de manter todos os workspaces visíveis no painel, podendo ver apenas o workspace ativo. Mesmo ao clicar com o botão direito e selecionar Preferences, eu não conseguia voltar com as configurações (o controle apresentava uma mensagem de erro, que não lembrei de anotar ou guardar um screenshot :( ).

A única solução foi recorrer ao Configuration Editor para alterar as configurações do gconf. O Configuration Editor é uma espécie de regedit do Windows (a diferença é que o do Gnome funciona e não corrompe sozinho), armazenando as configurações do seu ambiente Gnome e de outros programas. Como alterar as configurações é um pouco perigoso, portanto prossiga por sua própria conta e risco. Leia o resto deste post »

The Machine is Us/ing Us (Final Version)

No dia 8 de março saiu a versão final do vídeo do professor Michael Wesch, da Kansas State University, que consegue explicar em menos de 5 minutos o que realmente é a Web 2.0.

Você pode baixar o vídeo no formato WMV, com 55 MB, em http://www.mediafire.com/?22l2vyomimv e no formato Quicktime (com 96 MB) em http://www.mediafire.com/?ammm122k1ma.